Por Patrícia Assmann Fala-se tanto no uso de preservativos para afastar as doenças sexualmente transmissíveis, bem como uma gravidez não desejada. Mas nada se fala sobre as "doenças emocionais".
O sexo, feito dentro de um relacionamento ideal ou não, tem uma característica imutável: em qualquer das hipóteses, é uma entrega total de si. Porque o corpo não é apenas corpo, mas um "veículo" para a alma. E o prazer da alma não coincide com o prazer do corpo. Satisfazer o corpo sem satisfazer a alma, é uma mutilação.
Acontece que o corpo não tem a força da alma no que diz respeito às nossas reações perante a vida, os relacionamentos, o aprendizado, a evolução.Quando evoluímos, em qualquer aspecto, não é o corpo que evolui, mas sim a alma. Um relacionamento sexual por mero prazer físico é, ao mesmo tempo, uma violência contra a alma. Porque a alma, gerada em Deus e para Deus, busca apenas e tão somente situações que revelem amor. Amor é algo bem mais complexo e consistente que o sexo, embora possa vir acompanhado dele na relação do casamento.
Jovens que iniciam suas atividades sexuais fora do matrimônio são infectados por um "vírus" que os preservativos não previnem: o vírus do vazio interior. Relacionar-se sexualmente com alguém, por puro prazer pessoal, é escavar o corpo alheio atingindo profundamente sua alma. E não há cura humana para essa dor. E nenhum governo ou movimento baterá às portas das vítimas dessa agressão para oferecer-lhes ajuda emocional. O que acontece com cada um, é problema de cada um.
Se você já viveu essa situação, lembre-se de que há um Deus que restaura TODAS as coisas.Se você está prestes a viver, FUJA! Nenhum relacionamento vale mais que sua paz, sua pureza, sua integridade emocional e física, seu relacionamento com Deus.Se você tem vivido a castidade, tenha coragem para incentivar outras pessoas. Cure as feridas de quem precisa de ajuda. E oriente aqueles que ainda não caíram. Em todos os casos, Deus sempre estará junto a nós.

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